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Order of Destruction: evolução e identidade em surpreendente novo álbum, “Still We Rise”

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  No cenário do rock brasileiro, o thrash metal sempre foi muito prolífero. Desde os anos 1980, inúmeras formações desenvolveram suas carreiras, muitas até em nível internacional, e lançaram álbuns que ficaram marcados como obras eternas da música pesada nacional. E muitas dessas bandas buscaram moldar sua sonoridade própria dentro dos moldes agressivos que o estilo necessita. Assim acontece nos dias de hoje com a banda paulista Order of Destruction (nativa de São José do Rio Preto/SP). Após lançar em 2017 seu primeiro EP, “Disobey”, a banda lança agora em 2022 seu primeiro full lenght, intitulado “Still We Rise”. O álbum revisita as estruturas principais do thrash metal, como peso, rapidez e agressão. Sua sonoridade vai se constituir de elementos que vão remeter o ouvinte a produções eternizadas por nomes como Slayer, Kreator, Testament e nossa instituição mais clássica do segmento, o Korzus. Mas, não abrindo mão de insight de bandas mais contemporâneas como Machine Head e Warbrin

Banda Subfolk lança seu primeiro single autoral, “Meu Bem”

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Formada por músicos que integraram outras bandas no passado, a banda Subfolk, que há 12 anos se apresenta nos palcos de São José Rio Preto e região (além de outros shows Brasil afora), aderiu agora também ao trabalho autoral e disponibilizou sua primeira gravação nesse modelo. “Meu Bem”.   “Meu Bem” navega pelos rios do pop-rock, com boa dose de incursão ao reggae. O refrão tem elementos de surf-rock. Efeitos de guitarra se mostram presentes num sutil solo antes do desfecho da música.   Tendo na sua formação atual,   Rodrigo Braida (voz), Rodolfo Ventura (guitarra), Higor Leite (bateria) e Matheus Rozani (baixo), o grupo já tem muita história na cena rock brasileira. Os integrantes já fizeram participações especiais com bandas renomadas no nosso cenário nacional, como Capital Inicial, Legião Urbana e Raimundos, além de seus músicos terem participado (em acompanhamento) de apresentações de Marcelo Bonfá (Legião Urbana), Fê Lemos (Capital Inicial) e Mingau (Ultraje a Rigor).   Cont

Vale Hermético lança novo single, “Novo Amanhã”

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A banda Vale Hermético, de São José do Rio Preto, acaba de lançar seu novo single, “Novo Amanhã”. Em atividade há alguns anos, o grupo tem em seu pilar principal Rafael Garcia (Guitarra), Paulo Garrido (Baixo) e Guilherme Pala (bateria). “Novo Amanhã” teve ainda Caio Lobo no vocal e a participação especial de Ananda Volpi (AN4NDA) nas vozes e Alberto Sabella (Estação da Luz, Hammatrio) nos teclados.    “Novo Amanhã” segue a estética da música proposta pela banda, trazendo uma sonoridade que viaja pela aura do rock setentista, com toques de psicodelia e algum tempero de rock progressivo. Em meio a suaves harmonias vocais e ambientações das teclas, a canção se entrega ainda a solos super estruturados de guitarra, vocais bem dramáticos nos refrães, e baixo e bateria fazendo algumas incursões em breves insights de jazz. A música integrará o primeiro full-lenght da banda, que terá a participação de Fred Pala em uma das músicas, além de Caio Lobo e Ananda nas vozes. O álbum está em

Banda Pinga com Groselha lança nova música, “E Livrai-nos do Funk Carioca, Amém”

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A banda Pinga com Groselha, de São José do Rio Preto/SP, lançou uma nova música que promete enxertar um pouco de polêmica no cenário rock nacional. Em “ E Livrai-nos do Funk Carioca, Amém ”, a banda narra uma história, citando 51 artistas brasileiros desde os anos 60 até os 90, de Mutantes, Patrulha do Espaço e Tutti Frutti, por nomes do pop-rock oitentista de Ultraje a Rigor, Legião, Titãs, Capital Inicial, Ira!, nomes mais recentes como Cachorro Grande, Autoramas, Pedra Letícia, Raimundos, e a galera do som pesado como Dorsal, Taurus, Korzus, Viper e Salário Mínimo.   História declamada, intercalando levadas de dedilhado e cozinha cadenciada durante a narração da história e distorção nos intervalos. Carlos Vinícius, guitarrista e vocalista da banda, diz que, durante uma entrevista ao programa Usina do Som ele leu o poema que deu origem à música, que foi então bem elogiado. Assim, influenciado pelo álbum “American Prayer” do The Doors, em homenagem ao Jim Morrison, Carlão musicou e

Psicodella lança seu segundo álbum, “Cada Vez Mais”: pesado, melódico e objetivo

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Dizem que o segundo álbum de uma banda é uma prova de fogo. Principalmente se o primeiro lançamento for um ótimo álbum. Seu sucessor sempre terá comparações, além de ser pedra fundamental para uma carreira duradoura e prolífera. É assim que o Psicodella, banda de São José do Rio Preto/SP, apresenta ao mundo “Cada Vez Mais”, seu segundo trabalho. Lançado na virada de 2021 para 2022, e concebido cinco anos após seu debut, o álbum teve a produção a cargo do estúdio Mr. Som, de São Paulo, capitaneado por Marcelo Pompeu (diretor do estúdio e vocalista da decana banda paulistana Korzus), que aliás assina e participa com vocalização em duas faixas de “Cada Vez Mais”. A mixagem e masterização ficou por conta de Heros Trench (também do Mr. Som e também do Korzus). O álbum teve ainda a participação especial de Gabriel Martins (vocal da banda Matilha) na faixa "Só na Curtição". Walter Poletti (guitarras) e Anie Doná (vocal) se juntaram a Fábio Almeida (baixo, que já tocou com grandes

Two Four estreia com “Aurora”, pop-rock temperado com outras vertentes

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  A trajetória do pop-rock nacional foi muito glorificada nas últimas décadas, gerando bandas e artistas que se tornaram nomes imensamente populares no universo da música brasileira. Desde o boom dos anos 1980, quando nomes como RPM, Legião Urbana, Titãs, Barão e Ultraje invadiram as rádios e TVs do país, muitos outros nomes fizeram sucesso com as gerações que se seguiram, misturando a base do pop-rock oitentista com outros elementos do rock and roll. E novas bandas continuam apostando suas fichas nesse filão. Foi assim com a Two Four, banda de São José do Rio Preto/SP, lançou em abril deste ano seu primeiro EP, “Aurora” com faixas autorais.  “Aurora” mostra o grupo desfilando suas composições baseadas na aura do pop-rock, mas não se furtando de apostar em outras facetas musicais. Como na levada acessível do pop em “Não Evapora” (lick carregados de wah-wah e com suavidade nos breves solos) e “Morena” com incursões em climas de teclados (insides eletrônicos). Já “Sol” é também finca