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Banda Subfolk lança seu primeiro single autoral, “Meu Bem”

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Formada por músicos que integraram outras bandas no passado, a banda Subfolk, que há 12 anos se apresenta nos palcos de São José Rio Preto e região (além de outros shows Brasil afora), aderiu agora também ao trabalho autoral e disponibilizou sua primeira gravação nesse modelo. “Meu Bem”.   “Meu Bem” navega pelos rios do pop-rock, com boa dose de incursão ao reggae. O refrão tem elementos de surf-rock. Efeitos de guitarra se mostram presentes num sutil solo antes do desfecho da música.   Tendo na sua formação atual,   Rodrigo Braida (voz), Rodolfo Ventura (guitarra), Higor Leite (bateria) e Matheus Rozani (baixo), o grupo já tem muita história na cena rock brasileira. Os integrantes já fizeram participações especiais com bandas renomadas no nosso cenário nacional, como Capital Inicial, Legião Urbana e Raimundos, além de seus músicos terem participado (em acompanhamento) de apresentações de Marcelo Bonfá (Legião Urbana), Fê Lemos (Capital Inicial) e Mingau (Ultraje a Rigor).   Cont

Vale Hermético lança novo single, “Novo Amanhã”

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A banda Vale Hermético, de São José do Rio Preto, acaba de lançar seu novo single, “Novo Amanhã”. Em atividade há alguns anos, o grupo tem em seu pilar principal Rafael Garcia (Guitarra), Paulo Garrido (Baixo) e Guilherme Pala (bateria). “Novo Amanhã” teve ainda Caio Lobo no vocal e a participação especial de Ananda Volpi (AN4NDA) nas vozes e Alberto Sabella (Estação da Luz, Hammatrio) nos teclados.    “Novo Amanhã” segue a estética da música proposta pela banda, trazendo uma sonoridade que viaja pela aura do rock setentista, com toques de psicodelia e algum tempero de rock progressivo. Em meio a suaves harmonias vocais e ambientações das teclas, a canção se entrega ainda a solos super estruturados de guitarra, vocais bem dramáticos nos refrães, e baixo e bateria fazendo algumas incursões em breves insights de jazz. A música integrará o primeiro full-lenght da banda, que terá a participação de Fred Pala em uma das músicas, além de Caio Lobo e Ananda nas vozes. O álbum está em

Banda Pinga com Groselha lança nova música, “E Livrai-nos do Funk Carioca, Amém”

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A banda Pinga com Groselha, de São José do Rio Preto/SP, lançou uma nova música que promete enxertar um pouco de polêmica no cenário rock nacional. Em “ E Livrai-nos do Funk Carioca, Amém ”, a banda narra uma história, citando 51 artistas brasileiros desde os anos 60 até os 90, de Mutantes, Patrulha do Espaço e Tutti Frutti, por nomes do pop-rock oitentista de Ultraje a Rigor, Legião, Titãs, Capital Inicial, Ira!, nomes mais recentes como Cachorro Grande, Autoramas, Pedra Letícia, Raimundos, e a galera do som pesado como Dorsal, Taurus, Korzus, Viper e Salário Mínimo.   História declamada, intercalando levadas de dedilhado e cozinha cadenciada durante a narração da história e distorção nos intervalos. Carlos Vinícius, guitarrista e vocalista da banda, diz que, durante uma entrevista ao programa Usina do Som ele leu o poema que deu origem à música, que foi então bem elogiado. Assim, influenciado pelo álbum “American Prayer” do The Doors, em homenagem ao Jim Morrison, Carlão musicou e

Psicodella lança seu segundo álbum, “Cada Vez Mais”: pesado, melódico e objetivo

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Dizem que o segundo álbum de uma banda é uma prova de fogo. Principalmente se o primeiro lançamento for um ótimo álbum. Seu sucessor sempre terá comparações, além de ser pedra fundamental para uma carreira duradoura e prolífera. É assim que o Psicodella, banda de São José do Rio Preto/SP, apresenta ao mundo “Cada Vez Mais”, seu segundo trabalho. Lançado na virada de 2021 para 2022, e concebido cinco anos após seu debut, o álbum teve a produção a cargo do estúdio Mr. Som, de São Paulo, capitaneado por Marcelo Pompeu (diretor do estúdio e vocalista da decana banda paulistana Korzus), que aliás assina e participa com vocalização em duas faixas de “Cada Vez Mais”. A mixagem e masterização ficou por conta de Heros Trench (também do Mr. Som e também do Korzus). O álbum teve ainda a participação especial de Gabriel Martins (vocal da banda Matilha) na faixa "Só na Curtição". Walter Poletti (guitarras) e Anie Doná (vocal) se juntaram a Fábio Almeida (baixo, que já tocou com grandes

Two Four estreia com “Aurora”, pop-rock temperado com outras vertentes

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  A trajetória do pop-rock nacional foi muito glorificada nas últimas décadas, gerando bandas e artistas que se tornaram nomes imensamente populares no universo da música brasileira. Desde o boom dos anos 1980, quando nomes como RPM, Legião Urbana, Titãs, Barão e Ultraje invadiram as rádios e TVs do país, muitos outros nomes fizeram sucesso com as gerações que se seguiram, misturando a base do pop-rock oitentista com outros elementos do rock and roll. E novas bandas continuam apostando suas fichas nesse filão. Foi assim com a Two Four, banda de São José do Rio Preto/SP, lançou em abril deste ano seu primeiro EP, “Aurora” com faixas autorais.  “Aurora” mostra o grupo desfilando suas composições baseadas na aura do pop-rock, mas não se furtando de apostar em outras facetas musicais. Como na levada acessível do pop em “Não Evapora” (lick carregados de wah-wah e com suavidade nos breves solos) e “Morena” com incursões em climas de teclados (insides eletrônicos). Já “Sol” é também finca

Hammätrio – Organ trio lança novas composições ricas em diversidade sonora

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Uma memorável avalanche de bandas riopretenses tem se dedicado nos últimos anos a produzir música autoral. Nessa saudável fase, mais um grupo vem se dedicando a compor e expor seu próprio trabalho. É o Hammätrio, formado por músicos que atuam em outras bandas na cidade, tendo Lucas Rochas (Big Blues, Lucas Rocha Blues) na guitarra, Alberto Sabella (Estação da Luz, Beatolados) teclado/órgão e Guilherme Pala (Centro da Terra, Bebop Blues) na bateria, em sua formação. Ao longo dos últimos meses o Hammätrio vem lançando em suas redes sociais novas músicas que vem sendo produzidas. Das primeiras composições divulgadas, uma gama de sonoridades embala os padrões das músicas. Como “Macabro” (curta, com um teclado e seus efeitos com um clima de suave agonia), “Money Runner” (os arranjos parecem comandados pelo baixo, neste caso sintetizado, ascendência groove, inclusive em fraseados de guitarra funkeada, dinâmico uso de caixa e pratos), “No Quarto do Led” (jazzistica, com tempero de MPB,